10 inovações que revolucionaram o comércio

Código de barras

O que fazem aqui estas chicletes? É a pergunta que muita gente deve fazer ao contemplar o pacote de Wrigley’s Juicy Fruit exposto no Museu Nacional de História do Instituto Smithsonian, em Washington (Estados Unidos da América).

Juicy FruitMas o feito por detrás dessas chicletes é inequívoco: foram o primeiro produto do mundo vendido mediante a leitura de um código de barras. A efeméride ocorreu no dia 26 de junho de 1974, ou seja, há precisamente 40 anos. Para celebrar esse aniversário, a companhia Rakuten elaborou esta lista com as 10 inovações que revolucionaram o comércio nos últimos anos.

1. O código de barras. Um grupo de linhas em preto e branco prometiam revolucionar, quando foram patenteadas em 1952, a forma como os vendedores geriam os stocks e serviam os seus clientes. No entanto, passaram 22 anos até à compra do famoso pacote de chicletes.

2. Mercados online. A Internet permite vender a nível internacional, chegar a novos públicos e competir com intervenientes já estabelecidos no mercado.

 
3. As redes sociais. Além de terem influência sobre as decisões de compra, as redes sociais oferecem aos retalhistas a possibilidade de recolher as opiniões dos usuários acerca de novos produtos e serviços.
 
4. O comércio móvel. 1.500 milhões de consumidores utilizarão um dispositivo móvel para fazer uma compra este ano, o que representa mais de 204.000 milhões de dólares em vendas. Espera-se que este valor cresça para o dobro, chegando aos 516.000 milhões em 2017, altura em que o comércio móvel vai celebrar o seu 20º aniversário.

5. Big data.Os retalhistas podem adquirir e analisar mais dados do que nunca, e a informação obtida tem influência sobre todos os aspetos do comércio: desde a tomada de decisões até às promoções de marketing e a conceção das lojas.
 
6. A Internet das Coisas. O mercado global de objetos conectados atingiu um valor de 1.900 milhões de dólares no ano passado. À medida que se conectam mais objetos, espera-se que este mercado chegue aos 7.100 milhões de dólares em 2020.
 
7. Geolocalização (beacons). Além de ajudar os negócios a chegarem aos seus compradores com ofertas e promoções relevantes, baseadas na localização dos seus clientes dentro da loja, os beacons oferecem às empresas uma grande quantidade de dados e conhecimentos novos sobre o comportamento do comprador, o que lhes permite tomar decisões melhores no momento de planejar o stock e a disposição das lojas.
 
8. Caixas de serviço automático. Elas já se tornaram uma presença comum em supermercados e lojas, quadruplicando o seu número em 2008. No final deste ano, estima-se que haverá 430.000 caixas de serviço automático em todo o mundo.

9. Drones. Para os comerciantes, os drones têm um enorme potencial para fazer entregas mais rápidas e baratas, razão pela qual se espera que o mercado destas aeronaves não tripuladas possa vir a superar os 400 milhões de dólares em 2020.

10. A impressão em 3D. Cria-se a oportunidade de produzir produtos personalizados pedidos na mesma loja. No entanto, estas impressoras causam preocupação a alguns setores devido à sua potencial capacidade de falsificar produtos. Para enfrentar os desafios do futuro, os vendedores devem trabalhar lado a lado com os fabricantes para assegurar que estas oportunidades sejam exploradas protegendo em simultâneo a propriedade intelectual.

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