Big Data, elemento crucial para a criação de cidades inteligentes

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Vivemos numa sociedade caracterizada pela crescente capacidade de obtenção de informação “anywhere/anytime” e pela sua utilização de forma inteligente.

As smart cities, ou cidades inteligentes, surgem para dar resposta a uma necessidade cada vez mais imperiosa de orientar a nossa vida para a sustentabilidade. Como? Aumentando a eficiência, incrementando a competitividade e facilitando novos caminhos para fazer frente aos problemas de pobreza, sustentabilidade e meio ambiente.

A essência desta ideia assenta na necessidade de coordenar e integrar numerosas fontes e informação disponíveis para produzir dados relevantes. Este conjunto de tecnologias é o que chamamos de Big Data.

Uma das primeiras aplicações de Big Data foi a monitorização em tempo real do fluxo de veículos para melhorar a circulação do trânsito. Num futuro não muito distante, isso poderá se traduzir na automatização completa dos semáforos e sinais inteligentes, permitindo otimizar o fluxo de trânsito em tempo real, diminuir os congestionamentos ou priorizar as rotas a seguir pelos veículos de emergência, entre muitas outras melhorias. Existem outras tantas aplicações dirigidas ao desenvolvimento de cidades inteligentes, mas todas elas partem de um único ponto central que é a informação.

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Até há poucos anos, dispúnhamos apenas com certos dados estatísticos. Hoje, no entanto, dispomos de grandes volumes de informação provenientes de milhares de sensores instalados em vias e edifícios; contamos com milhares de dispositivos capazes de nos oferecer informação sobre as pessoas que os utilizam e o meio que os rodeia. Tudo isso só pode ser utilizado através das tecnologias com que nos brinda o Big Data, já que permitem processar quantidades prodigiosas de dados com o fim de tirar proveito de toda essa informação.

Outra das grandes virtudes do Big Data é a independência de formato dos dados. Até agora, era imprescindível converter toda a informação em dados estruturados, o que era muito dispendioso, difícil e, por vezes, impossível. Mas graças às bases de dados NoSQL, esta barreira desapareceu, já que o importante é a informação em si e não a estrutura da mesma. Assim, o NoSQL permite guardar dados não-estruturados e trabalhar com eles de forma semelhante à dos dados estruturados.

É precisamente aqui que se abrirão as portas para poder processar toda a informação necessária para poder implementar uma cidade inteligente.


Fernando Belenda 3

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Fernando Belenda
Director general de NoSQL Center.

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