Breve história dos dados digitais

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Quem não se lembra daqueles computadores com processador Intel 386 com 20 Mb de hard disk ou fitas cassetes onde cabiam, no máximo, sete músicas de quatro minutos? A capacidade de armazenamento de informação tem crescido exponencialmente enquanto que o preço tem caído cada vez mais. Em 1990 cada gigabyte (1.024MB) custava o equivalente a 6.000 euros, hoje é menos de um centavo de euro. Também ficaram para trás os disquetes de 1,4 Mb em que cabiam dois arquivos de texto e alguma foto. Tudo está se superando tão rápido que já se fala com normalidade de terabyte (1.024 gigabytes). Um único terabyte seria necessário para guardar 250.000 músicas em MP3, o suficiente para escutar durante dois anos sem parar, duas semanas de filmes em DVD sem interrupção ou 500.000 fotos digitais. A humanidade gera dados digitais a um ritmo surpreendente, sendo necessário armazená-los. Em 2002 o tamanho dos dados digitais a nível mundial foi contabilizado em 5 bilhões de gigabytes, para 2015 esse número deverá subir para 7 bilhões 910 mil gigabytes, uns oito trilhões daqueles não tão antigos megabytes.

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