Cobots, os novos colegas de trabalho

Até agora, conhecemos os grandes braços robóticos que foram implementados nas fábricas de automóveis no final do século XX, mas desde há algum tempo que se estão a incorporar robôs muito mais pequenos que facilitam as tarefas dos funcionários de uma fábrica. Estas máquinas, que se conhecem pelo nome de robôs colaborativos ou cobots, estão programadas com funcionalidades simples, são mais fáceis de mudar de localização do que os grandes robôs e a premissa com que são implementados nas cadeias de produção está longe de substituir a figura humana, como se poderia pensar, já que, pelo contrário, se procura com eles melhorar a segurança, aumentando por sua vez a produtividade. E parece que assim é, uma vez que, pelo menos de momento, precisam da intervenção humana em alguns aspetos dos seus processos, como podemos ver neste vídeo da empresa Universal Robots.

São muitas as empresas que implementaram estes cobots nas suas fábricas, mas espera-se que 2017 seja o ano da implementação em massa deste tipo de mecanização inteligente que, de acordo com a Associação de Indústrias Robóticas, representará rendimentos superiores a 1000 milhões de dólares entre agora e 2020.

Não sabemos se será o futuro que imaginava o grupo musical Kraftwerk quando se referia nas suas canções a robôs operários mas, a priori, parecem ser úteis.

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