Todos ficam a ganhar com a economia colaborativa

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Permitir que as pessoas possam alugar ou trocar um bem ou serviço adequado em forma e tempo às suas necessidades. Em vez de ter, partilhar. Isto é o que se alcança com a economia colaborativa, um novo modelo de negócio baseado na colaboração, na confiança e na reputação, e que está a surgir como a essência económica do futuro.

Aplicações como BlaBlaCar, Airbnb ou Windu são os melhores exemplos deste tipo de estratégias que, todos os dias, atraem mais utilizadores. Poder partilhar o carro e dividir os gastos despoletou uma revolução, o que se refletiu no crescimento deste tipo de aplicações. Os utilizadores destas apps podem avaliar estas experiências de forma positiva (ou negativa) e assim estabelecer um feedback de opiniões entre as partes.

Falamos de carros partilhados como falamos de alojamento particular, coisas em segunda mão que revendemos ou até mesmo emprego que se gera através destes movimentos sociais. E foi precisamente das ofertas de emprego colaborativas que nasceu em fevereiro de 2015 a Worktoday, uma aplicação que permite que encontrar um trabalho seja uma questão de um simples clique, de maneira imediata, transformando o tempo perdido em entrevistas ou processos de seleção prévios em reputação e confiança conquistadas através de avaliações.

À primeira vista, tal como acontece com as outras aplicações deste setor, trata-se de ter o serviço na palma da mão; neste caso, o trabalho vem ter com o nosso telemóvel quando nos encontramos perto de alguém que procure um trabalhador, qualidade que facilita mantermos as nossas capacidades e competências em dia e de forma contínua. Desta maneira tão simples e imediata, este tipo de aplicações crescem a um ritmo frenético, deixando assim de lado as vias de empregabilidade convencionais, num mundo que se torna cada vez mais tecnológico.

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Tanto assim é que se prevê que, em 2025, 64% dos adultos participarão de alguma forma em serviços colaborativos, dos quais já 5% está concentrado no emprego, segundo um artigo publicado por LibreMercado. Todos os dias, são cada vez mais as empresas que se dedicam a este tipo de economia e, só em Espanha, há mais de 500 companhias dedicadas a este nicho de mercado, tendo-se registado um crescimento de 50% nos últimos quatro anos, como afirma o jornal El País.

Unir necessidades facilmente, procurando o benefício real de todas as partes é a principal mais-valia de êxito da economia colaborativa que, hoje em dia, segue de vento em popa. No mundo de trabalho, se precisa de um trabalho extra de apenas umas horas concretas, adequado às suas competências, e alguém tem essa necessidade na sua empresa, porque não juntarem-se, por exemplo, com a Worktoday?


Marta Romero
Fundadora y CMO de Worktoday

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