Crowdfunding: do sistema de troca medieval ao financiamento coletivo online

BorjaPrieto2_850
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Luis Ramiro é um cantautor madrileno com três discos no mercado e um quarto na calha que verá a luz do dia graças ao crowdfunding, ou seja, aos contributos económicos que recebeu de milhares de particulares. Para financiar este trabalho, o artista precisava de reunir 12.000 euros, uma quantia que obteve em apenas dez dias, a partir do momento em que publicou os pormenores do seu projeto em My Major Company (@mmces), uma plataforma de financiamento coletivo que nasceu há três anos em França e que, desde o passado mês de outubro, também se encontra presente em Espanha graças a uma aliança com a PRISA Radio.

O caso de Luis Ramiro é apenas um exemplo da receção que a My Major Company Espanha tem tido, e a empresa iniciará este ano a sua expansão para a América Latina. Trata-se de uma alternativa aberta a qualquer empreendedor que precise de ajuda para concretizar o seu projeto, seja de que categoria for. De facto, atualmente, a plataforma alberga iniciativas das mais variadas áreas: desde um disco de colaborações até um documentário sobre a carreira de Antonio Vega, passando por um aparelho que estimula a irrigação do couro cabeludo e trava a perda de cabelo.

Todos os investidores particulares que financiam estes projetos recebem uma recompensa, sempre em função da quantia com que contribuem. Borja Prieto, diretor de My Major Company Espanha, fala-nos sobre todos os aspetos-chave do crowdfunding neste vídeo.

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