A estirpe de Asimov

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A era dos robôs está começando. Se Isaac Asimov ainda fosse vivo, celebraria a sua acertada previsão sobre um futuro onde estas máquinas conviveriam com os seres humanos quase numa situação de igualdade. Precisamente, acaba de se celebrar a Humanoids 2014, a Conferência Internacional sobre Robôs Humanoides que reúne anualmente mais de 400 investigadores de robótica de todo o mundo e onde se apresentam os avanços nesse setor.

Nós, os leigos em robótica que crescemos sob a influência da Ficção Científica, ficamos maravilhados com todos estes artefatos, mas eles também nos inquietam e nos dizem que, de fato, o futuro já chegou. Mas não há nada a temer, pois na realidade estes robôs foram idealizados para tornar a nossa vida mais fácil e melhoram o ser humano em aspetos como a força, a rapidez de reação ou as capacidades sensoriais, mas ainda têm muito que aprender sobre emoções, raciocínio e outros traços tipicamente humanos.

Ainda assim, robôs como o Nao, que interage na perfeição com os seres humanos conversando, identificando rostos e até dançando; ou o iCub, que faz lembrar o Pinóquio, ao qual é necessário ensinar a fazer tudo, como se fosse uma criança de 5 anos e que, curiosamente, é também um projeto italiano do IIT (Instituto Italiano de Tecnologia), são dispositivos que procuram estar mais próximos de querer ser humano do que ser apenas uma máquina.

De acordo com os especialistas, ainda faltam uns 20 anos para que assistamos a uma evolução realmente impactante nos robôs. Não sei quanto a você, mas eu já fico impressionado com todos estes avanços e, se não for esse o seu caso, julgue por você mesmo com os vídeos que aqui deixamos.

 

 

 

 

 

 

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