Os verdadeiros gigantes da educação

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Lutar por uma educação igualitária não é tão fácil como parece. Muitas pessoas tiveram de enfrentar as políticas educativas dos seus países e uma crua realidade dominante, para conseguirem soluções inovadoras que têm melhorado substancialmente o ensino que os limitava.

GigantesEdu_01Estas pessoas e os seus testemunhos foram reunidos num livro editado pela Fundação Telefónica intitulado “Gigantes de la Educación: Lo Que No Dicen los Rankings”, escrito por Lola García-Ajofrín, jornalista especializada no campo da educação no âmbito internacional e colaboradora habitual do Planeta Futuro no EL PAÍS.

O “Gigantes de la Educación” propõe uma viagem pelas iniciativas educativas de êxito no Afeganistão, Brasil, Coreia do Sul, Cuba, EUA, Estónia, Etiópia, Hong Kong, Singapura, Venezuela. No livro, podemos encontrar as histórias de pessoas como Farida Hamidi, professora afegã que, após o período talibã e apesar das ameaças de morte, instaurou a primeira escola para meninas da sua região; Antonio, “Gibi”, um treinador que combate com o boxe o absentismo escolar numa favela do Rio de Janeiro; Roland Legiardi-Laura, um cineasta nova-iorquino que incentiva os adolescentes do Bronx com poesia pedagógica; Birgy Lorenz, uma professora estónia de robótica; Israel Dejene, “Izzy”, um cantor de reggae etíope que transformou um bairro de Addis Abeba com um skate, e os antigos estudantes do colégio para meninos negros de Farmville, Virgínia, hoje septuagenários, que derrubaram a doutrina “separados mas iguais”, que permitia a segregação racial nas escolas dos Estados Unidos.

Pode descarregar o livro gratuitamente a partir da página da Fundação Telefónica.

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