Os “viners” são os novos “YouTubers”

Mas que sentido há em fazer vídeos de seis segundos que se reproduzem em loop até dizer chega? Isto foi o que muitos se perguntaram quando o Vine apareceu. No entanto, quatro anos depois, e apesar de a duração máxima destes clips ter sido aumentada para os 140 segundos, já existe toda uma cultura em redor destes minifilmes.

De facto, nos Estados Unidos, já se popularizou o termo viner para se referirem aos jovens que ganham a vida criando estes vídeos de seis segundos e que são contratados pelas marcas para que recomendem os seus produtos, à semelhança dos YouTubers.

Se ainda não se dedica a criar os seus próprios clips, não perca estes conselhos de Manuel Moreno, especialista em redes sociais e fundador da Trecebits.

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