Prémios Tilde da Escola de Jornalismo El País

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O acento azul, um elemento característico do título do EL PAÍS, associou-se desde logo à Escola de Jornalismo. E fê-lo para criar os primeiros prémios atribuídos às novas narrativas com que a Escola, que este ano celebra o seu 30º aniversário, pretende incentivar a criatividade dos jovens jornalistas ou aspirantes. E porquê o acento? Por vários motivos: faz referência à boa utilização da linguagem – a acentuação gráfica parece ser a última das preocupações de muitos jovens profissionais -, remete para o jornal por trás da Escola e é uma ponte entre a tradição, o século XX, e o século XXI. Isto porque as novas narrativas apelam a formatos e suportes que possibilitaram uma forma diferente de contar histórias que têm, no entanto, de estar de acordo com o clássico. Ou seja, que estejam confirmadas, que sejam rigorosas e que respondam ao interesse geral. Logo-Tilde-_0001_-300x239Poderá candidatar-se à primeira edição do prémio Tilde (acento) qualquer pessoa com mais de 18 anos e menos de 35 que apresente um trabalho jornalístico não publicado em nenhum meio de informação tradicional. O júri, composto por reconhecidas personalidades do mundo do jornalismo, valorizará especialmente a originalidade na abordagem da informação, a qualidade da mesma e a utilização de formatos multimédia. Os trabalhos apresentados, sejam vídeos, BD, animação, infografia, redes sociais, reportagens fotográficas…, deve estar escritos em espanhol ou português. Tanto as regras como o formulário de inscrição estão publicados na página da Escola de Jornalismo UAM-EL PAÍS, e o prazo de inscrição termina no próximo dia 30 de abril às 23h59 (hora peninsular espanhola). O prémio nasce com dois objetivos fundamentais: reconhecer o talento e oferecer aos jovens a possibilidade de experimentar todas as alternativas que as novas ferramentas colocam ao alcance do jornalismo de qualidade. O lançamento do Tilde é, além disso, a primeira atividade com que a Escola quer celebrar os seus primeiros 30 anos de vida, mas não é a única. Pela Escola, passaram já mais de 1100 jornalistas. Muitos deles têm cargos de responsabilidade em importantes meios de informação tradicionais; outros enriquecem as redações tradicionais com os seus conhecimentos em novas narrativas e outros criaram os seus próprios meios no mundo digital. 2010 A maioria dos ex-alunos, cerca de 65%, dedicam-se ao jornalismo, seguindo-se o setor da comunicação, com 20%, e apenas aproximadamente 2% dos ex-alunos se encontram em situação de desemprego. É vontade da Escola convocar todos os que por aqui passaram para a primeira reunião de ex-alunos. Estamos a trabalhar neste evento para recordar com carinho os 30 anos passados e brindar aos próximos 30. Em suma, para celebrar o êxito da Escola como referência no ensino do jornalismo de qualidade em espanhol.


Belén Cebrián

Diretora da Escola de Jornalismo UAM-EL PAÍS

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