Só a rede

thebigball

O “Nothing But Net”…  o lançamento perfeito no basquetebol é o que só toca na rede. Não roça no aro, evita-o e emite um som particular. Sem rede, não há basquetebol; nem sequer futebol. Mas sem redes, pelo menos em Espanha, só há a NBA.

As redes sociais, e a sua versão informativa, converteram-se num meio de comunicação imediato e plural. A Internet bebe tudo. E permitiu-nos sair das épocas do Plistoceno, em que a rádio e televisão – se houvesse alguma abertura – eram uma fonte mínima de informação. Senão, havia que recorrer aos jornais e às suas limitações: os Lakers podiam já ser campeões da NBA enquanto nas nossas mãos estava a crônica da partida anterior.

Se a Internet chega a todo o lado, as redes sociais chegam às pessoas. A interatividade para poder chegar aos que estão do outro lado. E claro, a eclosão do Twitter, uma nova arma que nos coloca a todos ao mesmo nível. Nada é como antes, e em 140 caracteres formamos e expressamos uma opinião.

Isto converteu-se no motor e alavanca para muitas das nossas madrugadas a ver a NBA. Quando a noite vai longa e há que lutar contra os ataques de sono, falar com alguém, mudar o passo, variar o ritmo, ajuda.

Por sorte ou desgraça, em Espanha a NBA e os seus horários convidam à saudade diante do televisor de madrugada, e à incompreensão, ao acordar. Ninguém viu o ponto decisivo, a vitória, o golpe, o triplo redentor. Só nós e mais uns quantos, que estão longe e dispersos. Não podemos gritá-lo nem comentá-lo. Recomendação: não conte no escritório que viu Gasol a encestar às seis da manhã. Dirão que não é bom da cabeça.

Mas as redes sociais se converteram na rede de segurança em que cair. De repente, pode falar e podem falar com você. E dizer ao mundo que sim, Ricky Rubio está a rebentar.

É através delas que se une às nossas emissões, que nos ajuda com os seus comentários e que torna a noite mais amena, até chegar a hora do jogo. @NBAplus

Muda o fundo e também a forma. Reduzir a NBA à televisão, ou qualquer modalidade, parece coisa do séc. XX. Pode ver a transmissão com a televisão na mão ou através de um tablet no autocarro. Porque não nos adaptarmos a isso? Porque não unirmos o fundo e a forma, dando à nossa televisão uma nova saída?

Nasce assim a nossa idéia de uma homenagem aos que perdem horas de sono. O nosso “The Big Ball Theory”. Um programa de televisão, para a Red, com a rede que nos dão os adeptos da NBA que, em busca de voz, se uniram no CANAL+.
É emitido em direto todas as terças-feiras às 18h30 (hora espanhola) em canalplus.es/bigball e em diferido em http://www.canalplus.es/nba/videos/big-ball/.

Very good product and the price is right. ! Sixty-three percent, 74%, and 82% of the patients on 25 mg, 50 mg and 100 mg of our medications, respectively, reported an improvement in their health.

Um público jovem, dedicado e integrado que foge do fanatismo de outros desportos e está aberto a consumir novos formatos e novas linguagens.

“El Big Ball”, como simplesmente lhe chamamos, trata ainda de elevar ao máximo a idéia de comunidade. Um grupo seleto de usuários, seguidores e fãs da NBA que se multiplicou até ao infinito com a Liga Fantasy de NBA+.

Um conceito nada novo em Espanha, mas sim em espanhol, e claro, na NBA. Inscreva-se, crie uma equipa com os seus jogadores favoritos e compita contra seus amigos e mais… quantos? 70 mil? Amanhã serão mais.

Esta é a nossa “Teoria da bolada”. Um local comum para a paixão, a descontração, o afastamento de outros desportos e uma forma de seguir outro. Não somos nem ambiciosos nem pretenciosos. Não inventamos nem descobrimos. Tratamos apenas de unir a paixão ao trabalho. Com a sorte de ter o melhor trabalho do mundo.

 

@Jose_Ajero, Redator de Desporto do CANAL+
Blog LePlusX http://blogs.canalplus.es/leplusx/

NBA+: http://www.canalplus.es/nba
@nbaplus https://twitter.com/nbaplus
Liga Fantasy NBA+: http://fantasynba.canalplus.es/

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