Vídeos de Natal de 2013: como ser criativo numa época de seca emocional

É incrível as voltas que os publicitários dão à cabeça para conseguir ter a sua quota-parte de “engagement” com o usuário. Alguns procuram o enfoque clássico do Natal sentimental, com neve, família, amizade e sorrisos a rodos. Outros, por sua vez, utilizam o humor como porta de entrada no coração do consumidor. Quem tem mais êxito? Imagino que haja gostos para tudo. E você, de qual gosta mais? 

 

A VERDADE É QUE TEM A SUA GRAÇA. Um conceito deveras revelador, deixar de pensar nos outros no Natal para pensar apenas em si mesmo:

DEMASIADO MELOSO. É o verdadeiro oposto do vídeo anterior, mas temos de reconhecer que levaram o ‘amor ao próximo’ demasiado a sério:

O CLÁSSICO VIRAL. Desta vez, com os já famosos póneis bailarinos da campanha “Dance Pony Dance” da agência Three:

FORA COM OS ESTEREÓTIPOS SEXISTAS! A rebelião das meninas anti-Barbie:

• DEMASIADO ‘ENGRAÇADO’?. Bem, pelo menos tenta:

• DEMASIADO FORÇADO. Tão artificial que convida à rejeição, mas despoletou uma enorme produção de paródias virais com muito bons resultados:

• UM CONTO DE NATAL COM UM FINAL FELIZ. Pois claro, é Natal!:

• DESVIRTUADO. E tirando o melhor proveito da situação, me diga o que faz o Papai Noel às compras no IKEA:

• SOBREXPOSIÇÃO À EMOÇÃO. As autoridades de saúde não o aconselham, mas é bom ver um pai e um filho partilhando um momento jogando com Legos:

• SOBRE A RECONVERSÃO. O Papai Noel moderniza o seu meio de transporte:

• COM MUITO RITMO. Música viciante e bolachas, que grande combinação:

• 100% COMOVENTE. Como quando se projetam aqueles velhos filmes de Super 8 à sobremesa, no dia de Natal:

INSPIRADO  EM LEWIS CAROL. Com Alice (bastante crescidinha), o País das Maravilhas e um curioso final na terra de Oz:

• COM GLUTÕES DESMESURADOS. É melhor não os convidar para o repasto:

• TÍPICO TÓPICO DE MAGIA NATALÍCIA. A eterna história do menino traquina que, nesta época, se torna bonzinho:

• UM POUCO ESTRANHO, MAS TEM ALGO QUE AGRADA. É como se misturássemos Tim Burton com o “Grease”:

• DE BAIXO ORÇAMENTO E USANDO EXTRAS. Não tem nada a ver com as supermontagens de outros anos. A crise também chega às bolhas:

• E, CLARO, GATINHOS. É incrível a capacidade de adaptação que o tema felino tem a qualquer coisa. O publicitário que descobrir a causa desta misteriosa atração que os gatos exercem sobre os internautas será o rei do marketing:

 

 

  Miguel Ángel Corcobado Departamento de Transformación PRISA

 

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